TECONTEI? 07-ABRIL-2026
Ediçāo # 93
Bom dia,
Certa vez, o dramaturgo inglês George Bernard Shaw explicou, assim, porque precisamos de pessoas inconformadas:
“O homem conformado se adapta ao mundo, o inconformado, insiste em tentar adaptar o mundo a si mesmo, portanto, todo progresso depende do homem inconformado”
A guerra no Irā entrou na sexta semana e para a economia mundial, a implicação mais importante é um choque significativo no preço do petróleo
O barril, no mercado a vista, subiu 55% e os contratos futuros estão em alta, já que os investidores antecipam interrupções de fornecimento prolongadas.
O potencial de um salto na inflação resultou na reavaliação das expectativas dos bancos centrais. Taxas de swap de 1 ano subiram 40 bp nos EUA, 60 bp na Zona do Euro e 100 bp no Reino Unido.
Os principais índices de ações, títulos do governo e metais preciosos estão em baixa. Em meio a tudo isso, os cryptoativos registraram ganhos superiores aos demais ativos, refletindo:
Influxo de capital: nas últimas semanas, apesar da volatilidade generalizada, os ETFs de cryptomoedas registraram entradas líquidas e o interesse nos contratos futuros perpétuos aumentou.
Notícias positivas: avanços na legislação americana, como as novas diretrizes da SEC definindo que os cryptoativos, em sua maioria, não sāo valores mobiliários (açōes)
Blockchain como fundamento: cryptoativos são baseados em softwares de código aberto, executados em redes de computadores, sem correlaçāo com o preços do petróleo, nāo dependem de qualquer nação ou governo específico.
Ponto-chave: se você, assim como eu, está inconformado com a proibição dos fundos de pensão brasileiros poderem investir em ativos digitais, precisa começar a deixar isso claro por aí.
Lembre-se, só os inconformados mudam o mundo.
Grande abraço,
Eder.
Fonte: xxxx.
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Boa leitura!
BMW, ROLLS-ROYCE E DUAS LIÇŌES QUE OS FUNDOS DE PENSĀO NĀO APRENDERAM (AINDA)
No mundo dos fundos de pensão brasileiros, a conversa costuma girar em torno de déficits, metas atuariais, performance dos investimentos, governança, compliance, custeio … e um desfile interminável de siglas que faria qualquer cristão de boa vontade pedir um café forte.
Mas há um ativo importantíssimo que continua quase invisível no sistema de previdência complementar fechado, os fundos de pensāo, no Brasil: marca.
Sim, marca!
Para muto alem de assunto para marketeiros: marca não é perfumaria. Marca é percepção. É confiança. É reputação acumulada. É aquilo que faz uma instituição ser lembrada, respeitada, desejada — ou … ignorada.
GEN Z: A GERAÇÃO QUE POUPA CEDO, INVESTE DIFERENTE — E PODE DEIXAR OS FUNDOS DE PENSÃO FALANDO SOZINHOS
O sistema de previdência complementar corporativa, os fundos de pensāo, sempre viveu de uma suposição confortável:
Basta esperar o jovem profissinal amadurecer, a carreira avançar e o salário crescer, que o interesse pela aposentadoria aparece.
Só que a Gen Z (1996-2010), a mais jovem geraçāo a entrar no mercado de trabalho, chegou bagunçando essa lógica.
Os jovens não estāo esperando, estāo poupando mais cedo, investindo cedo, aprendendo sobre dinheiro antes mesmo de entrar de vez no mercado de trabalho. O mais importante, estāo formando sua visão de mundo financeiro longe do velho altar onde os fundos de pensão costumavam ser venerados. 
Segundo dados citados pelo The Atlantic, em média, a Gen Z começou a poupar aos 18 anos - bem antes das gerações anteriores - quase 50% já investem e muitos começaram antes mesmo dos 18.
UMA REALIDADE DOS PLANOS CD QUE NINGUÉM TE FALA
“Passei a vida toda fazendo seguro contra a morte, agora tenho medo de viver demais” - Troy Breiland
Por séculos o maior medo de um chefe de familia foi morrer cedo demais e deixar seus entes queridos financeiramente desamparados. A soluçāo para isso era fazer seguro de vida, fazer um hedge contra a taxa de mortalidade.
Hoje, esse medo se inverteu: a nova catástrofe nāo é mais morrer muito cedo, é viver até muito tarde. Vivemos um tempo em que a longevidade se tornou um fardo.
Lá pelo final dos anos 80, com a transiçāo dos planos de beneficio definido (BD) para os planos de contribuiçāo definia (CD) os fundos de pensāo, silenciosamente, reescreveram a estrutura do risco de envelhecimento …












